segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Videos interessantes

então pessoal, este video que eu fiz recentemente, compus a trilha, mas tinha ficado cheio de chiados, o novo opus ta show de bola...
comentem a subjetividade, abraços

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

continuação depois da volta

arquivo de textos:

este texto é antigo mas vem bem a calhar neste dia acinzentado e pensativo

Curitiba, 01 de março de 2008

Resluçoes

O dia de hoje é complexo...
O dia em que eu não paguei o aluguel,
O dia em que a multa cresceu,
O dia de trabalho em dois períodos; no fim-de-semana,
O dia em que percebi estar roubando a mim mesmo.

As partes revolucionarias do meu ser estão se amotinando
Contra os poderosos da minh’alma,
Esperam destruir toda a burocracia, isso é o que eu sempre quis.
Uma anarquia vital, livre para produzir.


Produzir vida, mostrar quem sou, não o que faço.
Não trocar habilidade por espécie, mas essência por qualidade de vida,
Por nenhuma outra razão orei, ou torci com tamanho fervor,
Para que a oposição de mim mesmo finalmente invada a minha capital,
E estabeleça vida,

Me tirar da frente da TV, e me pôr a trabalhar,
Para que a minha honra se satisfaça,
Para que não precise de instituições que façam o “bem” por mim.
Porque se trata apenas de populismo,
E se precisarem do líder como pessoa,

Terei achado finalmente meu equilíbrio vital
Para fazer o que Deus tem preparado para mim

VIVA A REVOLUÇAO SUBVERSIVA DO EU

dica de som: cidade praiera - Lenine

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

começando de novo: arquivo de textos opus 1:

Aniversário de casamento:

parabens meu amor:

Música de Bodas ( 1 ano)

Eu não vejo a hora.
Eu não vejo o tempo passar com você.

Ainda parece ontem, mas uma casa se foi,
Um lar de muitas luas.
Que ainda levamos nos retratos,
Daquela janela única no sétimo andar

Foi lá onde aprendi a amar, e gastar...

Um tempo pra estar só com você,
Um tempo para estar ali e te ver,
Um tempo pra tentar falar e desistir.

Sem um lar,
Já não me sinto sem sal, quando estou sem luar
Meus olhos brilham ao te ver chorar
Teus olhos brilham ao ver regar, o chão daquela construção

Ah, um lar,
Creio que não preciso mais de luar,
Agora tenho o meu pomar,
Depois desse tempo que não sei contar,
Quem sabe digam que um ano ou mais

Sei que jamais aprendi o que era amar como sei agora
E quero te revelar